terça-feira, 9 de agosto de 2011

O PRÓXIMO ANTRO II : PF prende secretário-executivo do Ministério do Turismo, Frederico Costa, em operação contra quadrilha que desviava recursos

A Polícia Federal realiza na manhã desta terça-feira operação para prender integrantes de uma quadrilha acusada de desviar recursos destinados ao Ministério do Turismo a partir de emendas parlamentares. Pelo menos 38 pessoas foram presas. O secretário-executivo da pasta, Frederico Silva da Costa, é um dos presos. (Foto: Frederico em ilustração de reportagem da revista Época)

Saiba mais
. A ficha suja do executivo do Turismo
. O PRÓXIMO ANTRO: Irmão de Jucá denuncia corrupção no Ministério da Agricultura, que foi loteado por PMDB e PTB com o objetivo de arrecadar dinheiro ilegal
. ANTRO DE PICARETAGEM E BANDALHEIRA SEM FIM XII: Senador diz que quer ver Pagot "muito tempo na cadeia". Mário Couto diz que "não vai sossegar"; "E agora, presidenta?"

Além do secretário-executivo, foi preso o secretário nacional de Desenvolvimento de Programas de Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, um ex-presidente da Embratur, além de empresários, diretores do ministério e funcionários do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi).

No mês passado, reportagem de O GLOBO denunciou que o secretário-executivo era um dos responsáveis pela contratação do Instituto Brasileiro de Hospedagem (IBH) , uma ONG dirigida pelo empresário César Gonçalves, afastado da Brasiliatur - estatal que coordena ações do turismo do governo do Distrito Federal - há três anos. O valor repassado à entidade chegou a R$ 52 milhões.

César Gonçalves deixou o cargo após as denúncias de desvio de verbas durante a administração do ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, que foi um dos protagonistas do escândalo do mensalão do DEM-DF e também teve que renunciar. Gonçalves responde a duas ações por improbidade administrativa na Justiça local.

Segundo a PF, foram expedidos dez mandados de prisão preventiva e dez de prisão temporária. De acrodo coma Globonews, empresários e funcionários da ONG também foram presos. Cerca de 200 policiais participam da operação, que cumpriu mandados de prisão também no Amapá e em São Paulo. O Globo

0 comentários: